Teu Mar
No mar do teu ser naufrago-me sem a mínima vontade de ser socorrido.
Por mim, posso me perder e me achar diversas vezes.
Tua água é potável e não há solidão apesar da imensidão azul que te compreende.
Deixo que o vento me leve, no tempo que for, do jeito que for, pois não há resgate que me ache e me tire desse mar.
É um mar ora calmo, ora turbulento, mas de onde muitos tiram sustento e então felizes são por viver próximo ao mar.
Perco-me, acho-me, navegando em ti.
Não me preocupo com o tempo, pois me delicio com a viagem e a paisagem e a calmaria que o mar me traz.
Perco-me em teu mar, só pra me encontrar e sem se quer dizer nada, você me cuidar.
Por mim, posso me perder e me achar diversas vezes.
Tua água é potável e não há solidão apesar da imensidão azul que te compreende.
Deixo que o vento me leve, no tempo que for, do jeito que for, pois não há resgate que me ache e me tire desse mar.
É um mar ora calmo, ora turbulento, mas de onde muitos tiram sustento e então felizes são por viver próximo ao mar.
Perco-me, acho-me, navegando em ti.
Não me preocupo com o tempo, pois me delicio com a viagem e a paisagem e a calmaria que o mar me traz.
Perco-me em teu mar, só pra me encontrar e sem se quer dizer nada, você me cuidar.
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