A Janela
Sempre que saio ao quintal, após o escurecer, me deparo com um clarão.
Clarão esse que suscita a curiosidade de saber o que se passa ali.
Quais histórias teriam esse clarão a contar?
Seriam histórias felizes, recheadas de sorrisos
Ou seriam lamentos e suspiros de alguém que, sozinho, anseia por algo ou alguém?
Às vezes o brilho da luz se apaga e vê-se uma luz mais amena e que transita,
Indícios de que há uma TV ligada.
O que passa na TV?
Uma comédia, um romance, um suspense?
Tragédia, noticiário, reality show?
Quem ali está, é feliz?
Neste clarão há um mistério.
Um mistério que cativa a mim.
E que enquanto durar, inspirará reflexões e indagações
Que me dão razão para imaginar...
Clarão esse que suscita a curiosidade de saber o que se passa ali.
Quais histórias teriam esse clarão a contar?
Seriam histórias felizes, recheadas de sorrisos
Ou seriam lamentos e suspiros de alguém que, sozinho, anseia por algo ou alguém?
Às vezes o brilho da luz se apaga e vê-se uma luz mais amena e que transita,
Indícios de que há uma TV ligada.
O que passa na TV?
Uma comédia, um romance, um suspense?
Tragédia, noticiário, reality show?
Quem ali está, é feliz?
Neste clarão há um mistério.
Um mistério que cativa a mim.
E que enquanto durar, inspirará reflexões e indagações
Que me dão razão para imaginar...
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